Poeminha do Ante Contra

Por que palpitas, meu pequeno?
Deixe ficar sereno
Se não é de dor que te espantas
Logo surge o dia e lhe acalanta

Do inferno de atitudes d’outros pés
Logo te perderás em vicissitudes rés
Acalma-te porque o trem já vem
E nem te lembrarás do vagão d’outrem

Entrarás por portas seguras
E se te atravancarem o caminho
Gritarás cheio de ternura:
– Tire o pé da porta e deixe-me entrar!
Para que acanhar?
Tu passas tranquilinho, passarinho
Pois
Nem de longe, nem de perto
Negam a entrada d’um coração aberto

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